Projeto Igualdade Étnico-Racial e Educação da UFT

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Você sabe como denunciar o Racismo?


O racismo é crime! Não podemos relativizar as situações, expressões e atitudes
que causam constrangimentos, que sejam humilhantes ou que ofendam a dignidade
de uma pessoa.



Desse modo, procure uma autoridade policial, o primeiro passo é denunciar.
O advogado popular Cristian Ribas informou, em entrevista, que quando acontece
em espaço público, na presença de outras pessoas, a vítima pode imediatamente ligar
para a polícia militar e solicitar que uma viatura vá ao local para fazer a prisão.

Nem sempre o racismo acontece de forma mais aberta na presença de outras pessoas, o que pode
tornar mais difícil denunciar, pois a pessoa não possui testemunhas. Sendo assim, é preciso produzir
provas, conseguir elementos que demonstrem a veracidade dos fatos, tais como, filmagem ou gravação.

Verifique se na sua cidade possui uma delegacia especializada de combate a discriminação racial,

essa delegacia pode ter outro nome no seu município. Identificando que não há uma delegacia

especializada, você pode ir a outra delegacia e registrar a ocorrência.

Ribas informa que os crimes que envolvem a discriminação por cor ou raça podem ser crime

de racismo ou injúria racial. Os crimes de racismo atingem toda uma coletividade indeterminada

de indivíduos, já a injúria racial está relacionada a ofender a honra da vítima utilizando elementos

ligados à raça, cor, etnia, religião ou origem.

O advogado popular esclarece no vídeo abaixo como denunciar o crime de racismo.


Acesse a aqui a legislação que define os Crimes de Racismo.







Apresentação do projeto

Centro Universitário Integrado de Ciência, Cultura e Arte - CUICA da UFT

    

Arte - CUICA da UFT



Evento realizado em 21/05/2013 no Centro Universitário Integrado de Ciência, Cultura e Arte - CUICA da UFT como aula magna do curso de direito e recepção aos calouros. 

    A mesa redonda promovida com base no projeto de extensão Ordem Jurídica, Igualdade Racial e Educação, e organizada pelo Diretório Acadêmico do curso de Direito abriu as atividades alusivas ás comemorações dos 10 anos de implantação da UFT. 

    A mesa-redonda "Democratização do Ensino Superior" teve como mediadora a professora e coordenadora do projeto de extensão Ordem Jurídica, Igualdade Racial e Educação, Ana Lúcia Pereira, e como debatedores Paulo Vinícius Luduvice, do Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais (IPDMS) e Humberto Adami, advogado especialista em casos que envolvem racismo e discriminação racial e membro do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (IARA).





 




Apresentação do projeto Igualdade étnico-racial e educação - IERÊ.

    
O MEMÓRIAS IERÊ surgiu a partir do projeto de extensão “Registrar para não se perder”, o qual pretende dar visibilidade à temática educação e promoção da igualdade étnico-racial, por meio dos arquivos (fotos, vídeos e documentos) dos membros do Programa de Pesquisa e Extensão “Ordem Jurídica, Igualdade Étnico-Racial e Educação” realizadas ao longo de oito anos nas dependências da Universidade Federal do Tocantins - UFT e adjacências com docentes, discentes, técnico-administrativos e comunidade em geral, no tocante ao combate aos impactos causados pelo racismo e discriminação racial em suas diversas modalidades de manifestação.

    Aqui serão guardadas as memórias e histórias dos membros do IERÊ, além de conteúdos sobre possíveis desdobramentos do trabalho realizado pelo grupo, bem como, entrevistas, artigos, vídeos, livros que tenham ligação com o tema. Pretende-se ainda, trocar informações e experiências para que possamos assumir, cada vez mais, o protagonismo em relação às ações antirracistas tão urgentes quanto necessárias em nossa sociedade.